Acordos coletivos firmados entre o Comando Nacional e a Fenaban protegeram a vida e a integridade dos bancários e bancárias. O movimento sindical da categoria foi um dos primeiros a negociar medidas de segurança na pandemia. Foram proporcionados home office com computador e mobiliário, rodízio nas equipes, afastamento dos funcionários pertencentes a grupos de risco, protocolos diante de casos confirmados e controle de entrada de clientes nas agências.
A CCT garantiu mais uma vez acordo de dois anos, até 31 de agosto de 2022, com reajuste de 1,5% sobre os salários em 2020, mais abono de R$ 2 mil; e reposição da inflação mais aumento real de 0,5% sobre salários e demais verbas em 2021.
O Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban negociaram a implementação de um canal para atendimento a trabalhadoras vítimas de violência. Na cerimônia de assinatura do acordo, a ativista LGBT Rita Von Hunty comparou os dados do coronavírus com as estatísticas de feminicídio no Brasil. O Sindicato de SP lançou o projeto “Basta! Não irão nos calar”, depois expandido pela Contraf-CUT, para atender juridicamente as mulheres em caso de violência doméstica.
